As startups de sucesso que começaram sem investimentos

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Algumas startups brasileiras se tornaram os principais cases de bootstrapping do país (quando a empresa cresce e se consolida sem investimento externo), e servem de exemplo para que novos empreendedores notem que é possível criar e desenvolver uma empresa apenas com capital próprio.
 
Confira alguns exemplos dessas startups:

Descola: Fundada em 2013, a escola de cursos online de empreendedorismo e inovação é um dos cases de bootstrapping mais promissores do país. Os fundadores André Tanesi, Gustavo Paiva e Daniel Pasqualucci iniciaram o negócio apenas com investimento próprio para aquisição de ferramentas necessárias para desenvolvimento da plataforma e dos cursos. Cinco anos após a fundação, a Descola já conta com cerca de 47 cursos e mais de 37 mil anos, conquistando cerca de 2 mil novos alunos por mês. O objetivo para 2018 é chegar a 70 cursos e 70 mil alunos.

MaxMilhas: Lançada em 2013, a MaxMilhas é uma plataforma que vende passagens aéreas com descontos de até 80%. Sem investimento externo, e criada apenas com o capital pessoal dos fundadores, a empresa se tornou o maior case de bootstrapping do País. Hoje, a empresa já possui mais de 900 mil usuários cadastrados, além de já ter atingido o marco de 1,2 milhões de passagens vendidas, desde a fundação da empresa, além dos mais de 200 funcionários contratados, divididos entre os escritórios de Belo Horizonte e São Paulo.

JoyPay: Com início das operações em maio de 2017, a JoyPay é uma startup que oferece soluções mais transparentes e humanizadas de meios de pagamentos para pequenos e médios negócios. A empresa foi criada apenas com investimento dos próprios fundadores e, em um ano, já passou de 3 para 35 funcionários, conta com cerca de 1000 clientes e a expectativa é de que esse número dobre até o final do ano.

CELCOIN: Fundada em 2016, a fintech registrou em abril deste ano, um crescimento de 514% em relação ao mesmo período do ano passado. O aplicativo que transforma o smartphone em um ponto de serviço para revenda de recargas de celular, pagamento de contas, jogos, passagens e até mesmo planos de TV, superou a marca de 650 mil transações em 2017.

Atuando no país via 8.500 "agentes Celcoin" - pequenos empreendedores que usam o app para adquirir uma renda extra de acordo com o número de transações que realizam, a empresa conquistou títulos, como "Melhor Startup do Brasil", "Melhor Fintech do País" e recentemente foram aprovados no "Programa de Aceleração da Visa". O objetivo da Celcoin é chegar a 250 mil agentes no país e transacionar R$ 20 milhões de operações por mês até 2022.

Renda Fixa: Aplicativo que fez investidores experientes e novatos ganharem uma opção para comparar mais de 20 tipos de investimento, chegou ao mercado em 2014, a partir de uma necessidade do próprio CEO, Francis Wagner, que percebeu que não havia uma plataforma que consolidasse em um único lugar o portfólio das corretoras. Hoje, são mais de 350 mil downloads e 80 mil usuários ativos por mês no aplicativo que contou apenas com investimentos de amigos e família.

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