'Dori Alimentos' dá início à construção de seu Centro de Inovação em Mairinque

O surgimento da nova unidade voltada à pesquisa e desenvolvimento é resultado de um investimento de R$ 13,6 milhões

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Creditos da imagem: Texto e Foto: Assessoria de Imprensa

Tratamento de resíduos, promoção e fomento de novas parcerias e a criação de uma planta-piloto para novos produtos são algumas das ideias que compõem o cerne do novo Centro de Inovação da Dori Alimentos, cuja pedra fundamental foi lançada nesta terça-feira, 22 de outubro, na cidade de Mairinque (SP). Localizado no km 65 da Rodovia Castelo Branco, o empreendimento de 1.793 m² foi projetado pelo Grupo Lock Engenharia. O projeto arquitetônico é assinado por Stephan Steyer. A nova planta também será utilizada para capacitação, educação empresarial dos colaboradores Dori e relacionamento com o mundo acadêmico para diversas modalidades de projetos e experimentos em busca de diferenciação.

“A decisão da Dori em ampliar o foco em inovação é uma quebra de paradigma importante na indústria de alimentos, que não tem tradição de investir em P&D. Mostra também que não só as grandes corporações investem para criar um ambiente propício à pesquisa e desenvolvimento”, explica Carlos Barion, presidente da empresa, que esteve presente no lançamento da pedra fundamental. Não por acaso, o centro será instalado às margens da Rodovia Castelo Branco, próximo ao Parque Tecnológico de Sorocaba, criando um vínculo de extrema importância para dar envergadura ao projeto.

O surgimento da nova unidade voltada à pesquisa e desenvolvimento é resultado de um investimento de R$ 13,6 milhões financiado pela Finep - Financiadora de Estudos e Projetos, em operação intermediada pela Investe SP, agência do governo paulista responsável por assessorar empresas.

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“A região de Sorocaba conta com excelentes centros de pesquisa e inovação, além de ótimas universidades. A Dori terá mão de obra qualificada e todo o apoio para continuar contribuindo com a geração de emprego e renda no Estado de São Paulo”, disse o presidente da Investe SP, Luciano Almeida.

Outra parte do valor liberado também será destinada a mais quatro projetos. Um deles é em parceria com o IAC – Instituto Agronômico de Campinas, e envolve pesquisa e desenvolvimento de cultivares de amendoim de porte rasteiro para plantio nas áreas de renovação de cana e visa atender toda cadeia do amendoim do Estado de São Paulo. Os outros três projetos estão em andamento com o Instituto Mauá de Tecnologia, no ABC paulista. Um deles também está ligado à produção de amendoim. Outro busca uma forma de utilizar polímeros plásticos resultantes da transformação de resíduos de embalagens flexíveis como parte da matéria-prima para a fabricação de baús para caminhões. Há, ainda, um terceiro projeto revolucionário em andamento que deve resultar na conquista de uma patente internacional de grande relevância.

Essas são algumas das ações da empresa rumo ao fortalecimento ainda maior da marca. Outras estratégias adotadas em 2013 agregaram valor e surpreenderam os clientes Dori com novas opções de produtos. O novo portfólio da empresa traz lançamentos inusitados como o novo Amendoim Confeitado de Chocolate Branco, produtos licenciados através de parceria com a Warner Bros. e embalagens diferenciadas. As novidades fazem parte da decisão de trocar 22% do seu portfólio até o final de 2013, além reforçar a imagem de alguns produtos junto ao consumidor. Entre eles estão balas, chicles, pirulitos, chocolates e amendoins com novos sabores e tamanhos de embalagens. A meta da empresa é que estas guloseimas representem 5% da receita anual de vendas e que tragam melhores margens de contribuição para elevar os seus resultados.

Sobre a Dori

Há 46 anos, a Dori Alimentos produz e comercializa produtos de alta qualidade nos segmentos de candies e snacks. Com um faturamento anual de R$ 480 milhões e geração de 2.200 empregos diretos, a marca tem forte presença no mercado nacional e vem crescendo de forma constante no cenário internacional.

A fábrica-matriz em Marília, interior de São Paulo, é totalmente inovadora no processo de queima da casca de amendoim. A empresa instalou um sistema de lavagem de gases para caldeiras, que reduz as emissões CO2 e possibilita o tratamento de resíduos sólidos lançados na rede de esgoto. Já na unidade de Rolândia, no Paraná, a geração de energia renovável é realizada por outros processos de biomassa. A fábrica, que produz cerca de 350 toneladas de doces por dia, utiliza desde 2003 o efluente tratado para o projeto de fertirrigação de uma área agrícola de 150 mil metros quadrados, destinada ao plantio de feno e eucaliptos.

Serviço

Centro de Inovação Dori Alimentos

Endereço: Rodovia Castelo Branco, km 65, Mairinque - SP

 

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