Procon SP registra aumento de 726% de denúncias durante a pandemia

Equipes fiscalizam a prática de preços abusivos no Estado de São Paulo

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O Procon SP, da Secretaria Extraordinária de Defesa do Consumidor, informou que verificou um aumento de 726% nas denúncias de consumidores. Entre os problemas estão também os relacionados ao avanço do coronavírus: em 19 de março, quando os relatos começaram a ser recebidos, o dado era de 394 denúncias; na última quinta-feira (9/4), já somavam 3.254 registros”, informou o órgão.

O consumidor que se deparar com algum valor de produtos ou serviços relacionados ao coronavírus que considere abusivo, pode recorrer ao Procon SP. Considerando a orientação de manter o isolamento e evitar sair de casa, o @proconsp disponibiliza canais de atendimentos à distância para receber denúncias, intermediar conflitos e orientar os consumidores: via internet (www.procon.sp.gov.br), aplicativo – disponível para android e iOS – ou via redes sociais, marcando @proconsp, indicando o endereço ou site do estabelecimento.  

Atendendo ao pedido do procon, os consumidores continuam encaminhando por meio das redes sociais os problemas relacionados ao avanço do coronavírus. Das 3.254 denúncias em geral recebidas até 9/4, a maior parte - 1.889 ou 58% do total - refere-se a preços abusivos de álcool em gel e outros itens.

Especificamente com relação às denúncias de preços abusivos de álcool em gel e outros itens, o crescimento foi de 665% (de 247 denúncias em 19/3 para 1.889 em 9/4).

É inadmissível que empresas aumentem de forma abusiva os preços de itens necessários à população durante a pandemia. O @proconsp está fiscalizando estabelecimentos no estado de São Paulo a fim de averiguar a prática - de 16 de março a 9 de abril, equipes percorreram 1.147 farmácias, supermercados, hipermercados etc de 107 cidades. Desse total, 888 (77% do total) foram notificados a apresentar notas fiscais de venda ao consumidor final e de compra junto aos seus fornecedores de álcool em gel e máscaras, no período de janeiro a março, para comparação e assim verificação de eventual aumento abusivo sem justa causa.

Além da capital já foram fiscalizadas as cidades de: Aguaí, Agudos, Álvares Machado, Araçatuba, Areiópolis, Assis, Avaré, Barra Bonita, Barretos, Barueri, Bauru, Bebedouro, Bertioga, Birigui, Boituva, Botucatu, Cabreúva, Cajamar, Campinas, Cândido Mota, Cardoso, Casa Branca, Cerqueira César, Cubatão, Descalvado, Diadema, Dracena, Duartina, Fernandópolis, Ferraz de Vasconcelos, Franca, Franco da Rocha, Garça, Guaíra, Guapiaçu, Guararema, Guaratinguetá, Guarujá, Guarulhos, Hortolândia, Ibitinga, Igarapava, Iperó, Itanhaém, Itapetininga, Itápolis, Itu, Itupeva, Jaboticabal, Jacareí, Jaú, Jundiaí, Lençóis Paulista, Lorena, Mairinque, Maracaí, Mauá, Mococa, Mongaguá, Monte Azul Paulista, Olímpia, Ourinhos, Palestina, Paraguaçu Paulista,  Pederneiras, Peruíbe, Pilar do Sul, Pindamonhangaba, Porto Feliz, Porto Ferreira, Potim, Pradópolis, Pratânia, Presidente Prudente, Ribeirão Pires, Ribeirão Preto, Rio Grande da Serra, Riolândia, Rosana, Salto, Salto de Pirapora, Santa Albertina, Santa Cruz do Rio Pardo, Santa Fé do Sul, Santa Isabel, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São João da Boa Vista, São José do Rio Pardo, São José do Rio Preto, São Manuel, Serrama, Severínia, Sumaré, Tanabi, Tatuí, Taubaté, Terra Roxa, Valinhos,  Valparaíso, Vargem Grande do Sul, Viradouro, Votorantim e Votuporanga.

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