Saiba quais vacinas são necessárias para uma viagem

Assessoria de imprensa
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Viajar, mesmo quando tudo está estritamente planejado, pode ser bem estressante. Por isso, quanto mais você se preparar com antecedência, menos chances terá de sofrer com algum imprevisto. Alguns cuidados básicos são conferir toda a bagagem que você vai precisar levar e se atentar à reputação das instalações escolhidas.

 

Além disso, é indispensável conferir todos os documentos necessários. Um dos itens mais importantes é a carteira de vacinação. Então, se você está à procura dos melhores destinos para viajar no outono ou qualquer outra estação, não pode deixar de se atentar às principais imunizações que precisa ter.

Quais doses tomar 

As vacinas que você necessita tomar dependem, é claro, do seu destino. Para as viagens internacionais, por exemplo, é necessário tomar doses que constem no Regulamento Sanitário Internacional. Geralmente, todas as vacinas tomadas ficam reunidas no Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIPV).

 

Este documento, portanto, comprova que você está em dia com todos os principais antivirais exigidos pelo país de destino e que, portanto, não oferece risco à população local.

Destinos nacionais

Mas se seu destino for alguma região dentro do próprio país, saiba que também terá que conferir a sua imunização para algumas doenças. Ou seja, localidades dentro do próprio território brasileiro também têm exigido algumas doses.

 

Regiões de floresta, como a Amazônia e mesmo o Pantanal, sempre cobraram algumas doses protetivas de vacinas, como as contra a febre amarela e a malária, por exemplo.

 

Mas como o Brasil tem passado por algumas crises de doenças, como a febre amarela, diversos destinos que tradicionalmente não pediam nenhuma imunização têm também cobrado atestados de vacinação.

Confira as principais doses cobradas antes de viajar pelo Brasil:

Febre Amarela

Transmitida pelo Aedes aegypti, a febre amarela há um tempo não é mais ameaça exclusiva das áreas rurais. Muitas regiões urbanas do Brasil tem sofrido com a ameaça de surtos, justamente por causa da proliferação do mosquito. A presença de migrantes não imunizados também aumenta o risco de contágio.

 

É por isso que a dose que protege contra a febre amarela tem sido exigida em diversos destinos e, especialmente, nas áreas de risco que são:

 

- Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins;

- Bahia, Maranhão e Piauí

- Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul;

- Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo;

- Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Febre Tifóide

A febre tifóide é contraída por contágio com alimentos ou água infectados pela bactéria Salmonella. Regiões de saneamento mais precário, como o Norte e o Nordeste brasileiro, ficam mais suscetíveis a esta doença, por isso, se você for viajar para lá, recomenda-se a dose.

 

As vacinas precisam ser tomadas mais próximas às viagens, porque ficam por menos tempo no organismo.

Hepatite A

A Hepatite A também é transmitida através da contaminação de alimentos e água. Desta forma, assim como a febre tifóide, é mais fácil de pegar a doença em áreas de pouca infraestrutura.

Hepatite B

A Hepatite B pode ser transmitida através do sangue e secreções corporais e compromete o fígado. Pode ser transmitida através de relações sexuais, compartilhamento de seringas e, ainda, da mãe para o bebê.

Outras vacinas cobradas

Algumas vacinas são cobradas não importa a parte do Brasil que pretenda viajar, são elas:

Poliomielite

A pólio estava erradicada no Brasil, mas o Ministério da Saúde tem alertado para o risco de novos contágios. Em casos mais graves pode acarretar em paralisia. A dose, geralmente, é obrigatória para as crianças.

Tuberculose e Meningite

Chamada de vacina de Bacilo de Calmette-Guérin (BCG), a dose é ministrada apenas para crianças de 1 a 12 anos. A BCG não impede, necessariamente, o desenvolvimento da tuberculose pulmonar, mas ajuda de forma muito eficaz na prevenção da meningite tuberculosa.

Sarampo, Rubéola e Caxumba

A vacina MMR ou Tríplice viral ajuda no combate a esses três tipos de doença. É possível tomar quando adulto, mas, geralmente, as doses são ministradas quando se é criança.

Diarréia do viajante

Conhecida, simplesmente, por DV, é uma doença muito comum, sobretudo em regiões com comidas bem diferentes da que o viajante está acostumado. Quadros mais complexos podem acarretar a desidratação profunda da pessoa, por isso é uma dose também frequentemente recomendada.

Gripe

A vacina contra a gripe não é bem uma exigência para a maioria dos destinos nacionais.

 

No entanto, com a diversificação do vírus e com a entrada de diversos deles em território nacional, não é um exagero recomendar que a sua vacinação inclua também essa doença. Até porque, muitas gripes podem ficar mais sérias, levando a complicações pulmonares, por exemplo.

Onde tomar  

A maioria das doses destas vacinas são disponibilizadas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, o SUS. É possível tomá-las de forma gratuita e sem agendamentos nos postos de saúde.

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