JHSF expande Aeroporto Catarina e avança no mercado de Miami

Com foco na alta renda, grupo dobra capacidade em São Roque e adquire operação de aviação executiva nos EUA.

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JHSF expande Aeroporto Catarina e avança no mercado de Miami
São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional em São Roque em nova expansão - Imagem arquivo JE

SÃO ROQUE – O São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional, localizado em São Roque, consolida sua posição como o maior do setor no Estado com o anúncio de novas fases de expansão. Em teleconferência recente com investidores, o CEO da JHSF, Augusto Martins, destacou que o empreendimento, inaugurado em 2019, ainda possui vasto território para crescer e pode "mais do que dobrar de tamanho" nos próximos anos.

Em 2025, o aeroporto concluiu sua quinta rodada de ampliações, atingindo a marca de 16 hangares. No entanto, a alta demanda e a existência de uma fila de espera já levaram a companhia a iniciar a sexta expansão, que prevê mais três hangares e ampliação do pátio de aeronaves. Os números impressionam: o movimento de voos nacionais e internacionais saltou 55,9% no último ano, acompanhado por um aumento de 37,6% no volume de combustível abastecido.

Embora o foco oficial permaneça na aviação executiva, o mercado observa atentamente os movimentos da JHSF. Recentemente, surgiram informações de que o grupo pleiteia junto às autoridades a abertura para voos comerciais, o que transformaria a dinâmica logística da região de São Roque.


São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional em São Roque - Divulgação

Expansão internacional

Paralelamente ao crescimento em solo brasileiro, a JHSF anunciou um passo estratégico no exterior: a compra da operação da Embassair em Miami, nos Estados Unidos. A unidade opera no Opa-Locka Executive Airport, justamente um dos destinos internacionais mais frequentes dos passageiros que decolam do Catarina em São Roque.

A aquisição, realizada via fundo gerido pela JHSF Capital, reforça a estratégia de criar um ecossistema global para o público de alta renda, interligando os serviços de aviação, gastronomia e hotelaria (bandeira Fasano) entre o Brasil e os principais hubs mundiais.


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