Polícia Militar busca parceria com Detran para realizar operação em São Roque

Operação Direção Segura já é realizada regularmente na cidade

Fotos: DeFato Online
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A Polícia Militar planeja realizar uma nova operação em parceria com o Detran com o objetivo de combater o consumo de álcool no trânsito de São Roque. Segundo o comandante da PM em São Roque e Região, Capitão Ricardo Ceoloni, a polícia já realiza regularmente na cidade a conhecida Operação Direção Segura (ODS), que visa a prevenção e redução de acidentes e mortes causados pelo consumo de álcool no trânsito.

A operação visa identificar eventuais motoristas alcoolizados e segundo o comandante da polícia, vem sendo realizada em diversas regiões da cidade, desde a região central até pontos mais periféricos, passando por áreas turísticas como a Rota do Vinho.

Entretanto, com o amparo do Detran e de outras autoridades locais a operação poderia atingir um caráter mais amplo, devido a sua maior estrutura. “Estamos planejando uma ODS maior, que contaria com o apoio não só do Detran, mas também da Polícia Civil, pois conseguimos realizar uma ação mais abrangente e com maiores resultados neste tipo de fiscalização”, informou o comandante.

Deste modo, o capitão informou que a Polícia Militar de São Roque está em contato com a Diretoria do Detran para viabilizar uma nova operação de larga escala a favor da direção segura no município, em uma tratativa que também deve envolver a Polícia Civil.

A última ação coordenada pelo Detran ocorreu em abril de 2018 nas Avenidas Varanguera e Antonio Dias Bastos (Av. Marginal) onde foram fiscalizados 241 veículos e 18 pessoas foram autuadas. Entretanto a intenção da PM é que mais operações deste tipo ocorram em 2019.

Os motoristas autuados por embriaguez ao volante e terão de pagar multa no valor de R$ 2.934,70 e devem responder a um processo administrativo pelo Detran-SP para a suspensão do direito de dirigir por 12 meses. Caso o motorista volte a cometer a mesma infração dentro de 12 meses, o valor da multa será dobrado.

As punições contra motorista envolvidos em acidentes devido ao consumo de álcool se tornaram mais rígidas. Entrou em vigorar no dia 19 de abril do ano passado a Lei 13.546/2017, que ampliou as penas mínimas e máximas para o motorista que provocar, sob efeito de álcool e outras drogas, acidentes de trânsito que resultarem em homicídio culposo (quando não há a intenção de matar) ou lesão corporal grave ou gravíssima.

Antes, a pena de prisão para o motorista que cometesse homicídio culposo no trânsito estando sob efeito de álcool ou outras drogas variava de 2 a 5 anos, mas com a mudança, a pena aumenta de 5 e 8 anos de prisão. A lei também proíbe o motorista de obter permissão ou habilitação para dirigir um veículo novamente.

Já no caso de lesão corporal grave ou gravíssima, a pena de prisão, que variava de seis meses a 2 anos, foi ampliada para prisão de 2 a 5 anos, além de também acarretar a possibilidade de suspensão ou perda do direito de dirigir.

As alterações no Código Brasileiro de Trânsito (CBT) também incluem a tipificação como crime de trânsito a participação em corridas em vias públicas, os chamados rachas ou pegas.

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