Vereador questiona Prefeitura de São Roque sobre obra paralisada em córrego

Obra está localizada entre a Av. Anhanguera e a Rua Raposo Tavares

Assessoria de Imprensa
Foto: Divulgação
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O Vereador Alexandre Pierroni está solicitando ao Poder Executivo diversas informações sobre a paralisação da obra no trecho do córrego entre a Av. Anhanguera e a Rua Raposo Tavares.

Na última quinta-feira, dia 17, o Parlamentar esteve no local para conferir a situação que gera transtornos aos moradores daquela região, especialmente porque há anos tem água podre parada, proliferação de animais nocivos à saúde humana, tais como ratos, baratas e insetos, e ao cheiro ruim que se exala. “Nesta semana, protocolei na Câmara Municipal o Requerimento nº 016/2022 que faz uma série de questionamentos ao Chefe do Executivo, entre os quais, qual o prazo de retomada e finalização da melhoria. Agora, aguardo pela aprovação dos demais Vereadores para encaminhamento do documento”, afirma.

Desde o seu primeiro mandato, Alexandre Pierroni cobra providências do Poder Público, foram uma série de documentos protocolados na Casa de Leis pedindo providências, entre as quais as Indicações 989/2017, 398/2018 e 564/2018.  “Em 2020 propus uma Emenda Impositiva nº 7 ao Orçamento de 2021 que destinava R$65 mil para obras e serviços municipais no referido trecho, pois sei das dificuldades dos moradores e comerciantes que há anos sofrem com a omissão do Executivo em resolver a situação”, ressalta.

Alexandre Pierroni enfatiza que há materiais que provavelmente seriam usados na obra. “Essa situação tem causado transtornos e prejuízo. A Prefeitura colocou umas placas para impedir a passagem de pedestres. Além disso, grande parte do material que seria utilizado na obra já se perdeu em boa parte, pois foi levado para o leito do rio pela água das chuvas, ocasionando assim em desperdício de dinheiro público. Infelizmente, isso só prejudica o que está ruim, já que aquela região, que deveria estar sendo cuidada, é ponto constante de alagamentos e inundações por conta das chuvas. Com esses materiais sedimentando o leito do córrego, a situação só tende a ficar pior, o que tem causado preocupação às pessoas residentes naquelas proximidades”, lamenta.

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