Paciente descobre carcinoma maligno na mama ao se preparar para a cirurgia de troca de prótese de silicone

Quanto mais cedo o câncer for detectado, maior são as chances de cura.

Assessoria de Imprensa Foto: Divulgação
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De acordo com os últimos dados divulgados pelo INCA (Instituto Nacional de Câncer), a estimativa de novos casos de câncer de mama no Brasil em 2020, é de 66.280. Segundo o último levantamento do Atlas de Mortalidade por Câncer, os números atuais de mortes registradas são de 17.763, nos quais 17.572 são de mulheres e 189 de homens. São dados alarmantes que ficam ainda mais preocupantes com uma pesquisa divulgada pela Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama, que mostra que três, em cada dez brasileiras, nunca fizeram mamografia, sendo que a maioria realiza apenas o autoexame como forma de prevenção.

O cirurgião plástico Arthur Barros, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (ASPS) e da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), alega que, quanto mais cedo o câncer for detectado, maior são as chances de cura.

"Não é à toa que o diagnóstico precoce é exaustivamente falado durante a campanha do Outubro Rosa, pois ele é a peça principal na conquista do final feliz. Ao realizar a mamografia, exame específico para identificar a doença, e for identificado um tumor com menos de 1 centímetro, considerado no estágio inicial, as chances de cura chegam a 95%. Por isso, quando sou procurado para qualquer procedimento estético, eu encaminho as minhas pacientes para uma avaliação completa. Com essa investigação prévia, já conseguimos salvar muitas vidas", comenta o médico.

Esse foi o caso da psicanalista de 52 anos, Teresa Cristina Frati, que, ao procurar pelo procedimento de aumento de mama, foi encaminhada para a realização de uma mamografia que identificou um carcinoma.

"Há três anos, procurei o Dr. Arthur para verificar se precisaria trocar uma prótese de silicone colocada há 10 anos. Ele, como sempre atencioso e cuidadoso, me pediu uma lista de exames, entre eles a mamografia. Foi por meio deste pedido, que identificamos algo suspeito em minha mama esquerda. O mastologista realizou a biópsia e uma semana depois o diagnóstico apontou um carcinoma maligno. Sou muito grata pelo profissionalismo do Dr. Arthur, pois, se ele não tivesse solicitado uma bateria de exames, poderia ser tarde demais para mim", declara Teresa.

Após a identificação do câncer de mama, Teresa foi orientada a realizar um procedimento para a retirada do nódulo, respeitando a uma margem de segurança. No seu caso, essa margem de segurança significava que três terços da sua mama esquerda seriam retirados, fazendo com que o mastologista e o cirurgião plástico trabalhassem em conjunto. Assim que foram retiradas as partes da mama, em uma mesma cirurgia, Dr. Arthur realizou o novo implante, não dando chances para que a baixa autoestima pudesse tomar conta de Teresa.

"Decidimos, em conjunto, o tamanho da prótese e demais detalhes do procedimento, a fim de deixar os seios bonitos como já eram. Porém, a nossa prioridade era a segurança da paciente. Foi colocada uma prótese de 250ml, pois concluímos que um tamanho menor serial ideal para aquele momento. Após isso, também realizei remodelagem na mama direita para que ambas ficassem iguais e do gosto de Teresa", explica o cirurgião plástico.

Atualmente, Teresa se encontra satisfeita com os procedimentos e saudável. Permanece tomando os medicamentos do tratamento, porém não foi necessário que ela realizasse quimioterapia e nem outro tratamento radical, pois apenas com a cirurgia de retirada do carcinoma e alguns medicamentos, foram suficientes para que ela não precisasse enfrentar o duro tratamento do câncer de mama.

"O resultado foi surpreendente e a recuperação excelente! Eu acredito muito no pensamento positivo e o Dr. Arthur tinha toda a minha confiança. Tive um resultado estético perfeito, com apenas um fiozinho de cicatriz. Hoje eu tenho um par de seios muito bonitos e saudável! O que eu posso dizer as mulheres neste mês de Outubro Rosa, é que sejam cuidadosas com elas mesmas em todos os âmbitos da vida e não esqueçam da mamografia anual, nem do autoexame, pois o câncer de mama detectado na fase inicial, como foi o meu caso, tem grandes chances de cura", finaliza Teresa.

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