Adaptações Residenciais para os Idosos

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As pessoas têm vivido cada vez mais e com saúde. A média atual de vida dos brasileiros, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), é de 73 anos.

Por isso, para garantir o conforto e segurança daqueles que por tanto tempo cuidaram de nós, as adaptações em casa são necessárias. Veja as dicas e eleve a qualidade de vida dos idosos de sua família.

Um dos maiores perigos que cercam os idosos são as quedas. As causas mais comuns de acidentes em casa são os obstáculos que se encontram pelo caminho.

Então, perceber que adaptações simples, como ver que o tapetinho da sala pode estar se tornando uma ameaça à segurança de um familiar – ou à sua própria – é uma atitude de amor e carinho.

Banheiro

O banheiro é o lugar com maior incidência de acidentes graves, primeiro porque muitos idosos querem preservar a privacidade e chaveiam a porta, e segundo porque o local costuma ficar com frequência úmido e escorregadio. 

É indicado, utilizar, então, no chão do banheiro piso antiderrapante e tapete de borracha que gruda no chão. As barras de apoio, fixadas nas paredes, também são importante e podem evitar os tombos quando faltar equilíbrio. No chuveiro, algumas vezes pode ser necessária uma cadeira de plástico para a pessoa tomar banho sentada. 

Ainda no banheiro, é fundamental que o vaso sanitário seja elevado e tenha barras laterais ou apoio para os braços.

Corredor

Um dos lugares mais perigosos de uma casa, segundo Sérgio Paschoal, é o caminho do quarto para o banheiro. E isso tem muito a ver com a iluminação. Ao mesmo tempo em que é melhor evitar superfícies e lâmpadas muito brilhantes porque os olhos já não se adaptam com tanta rapidez à claridade, é fundamental que exista uma iluminação acessível.

 

Escada

As escadas completam o trio crítico de áreas da casa no que diz respeito a quedas. O pior tipo é a escada tradicional de sobrado, com janela no topo e iluminação frontal. O ideal é que os carpetes sejam evitados. Se houver, devem ser sem estampas – que enganam o olhar – e perfeitamente lisos e esticados. Além disso, é bom que exista uma sinalização de cor contrastante na ponta do degrau. O corrimão deve ser firme, ficar dos dois lados, começar antes da escada e terminar um pouco depois. A altura do degrau também não pode variar.

O melhor ponto de partida é diferenciar autonomia e independência. Depender de apoio para realizar atividades diárias, como fazer a própria higiene e se vestir tiram um pouco da independência, mas não nos tira a autonomia de decidir sobre a própria vida. Falta de autonomia é quando já não se pode decidir sobre coisas essenciais de sua vida. À medida que o tempo passa, vamos perdendo primeiro essa independência relativa, e depois a autonomia. Não conseguir fazer as atividades da vida diária não significa que a pessoa está doente, significa uma fragilidade.

 

Arquiteta Patrícia Tozzi

Projetos Residenciais, Comerciais e de Interiores

4712-2735 / 96641-2776

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