07/05/2017 às 22h08min - Atualizada em 07/05/2017 às 22h08min

Proteína não é tudo igual: conheça a mais adequada para sua necessidade

Na busca pelo corpo perfeito e vida saudável, muitos amantes de academia buscam aliados para chegar ao objetivo de forma mais rápida e eficiente.

Na busca pelo corpo perfeito e vida saudável, muitos amantes de academia buscam aliados para chegar ao objetivo de forma mais rápida e eficiente. É neste momento que entram nas dietas as proteínas, nutrientes que, se usados de forma correta, potencializam o ganho de músculos no corpo.

 

Mas o uso destes elementos, cada vez mais procurados, motivou o fortalecimento de um mercado responsável por girar milhões de dólares em todo o mundo. E o resultado é que hoje há centenas de marcas e tipos de proteínas sendo comercializadas, de diferentes preços, tipos e qualidade. O mais famoso, o whey protein, não é o único responsável por garantir bons resultados e, por isso, é importante saber escolher qual a melhor fórmula para a sua dieta.

 

Seja qual for a sua escolha, é importante adquirir produtos de procedência, testados e aprovados para comercialização no país. São cinco os suplementos de proteínas mais comuns encontrados em lojas especializadas. A famosa whey protein é formada pela proteína soro do leite, elemento extraído no processo de fabricação dos queijos. Mas ainda existe a caseína; a albumina, extraída da clara do ovo; a proteína da carne vermelha; e a de soja, preferida entre os vegetarianos. Todas elas possuem alta taxa de aminoácidos PDCAAs, responsáveis pela síntese proteica que gera o ganho muscular.

 

Entenda a diferença:

 

Caseína: utilizada para ganho muscular e liberação de hGH, popularmente conhecida como hormônio do crescimento. É composta por 80% de proteína de leite e 20% de whey, sendo de absorção lenta. Especialistas em nutrição esportiva a recomendam para uso antes de dormir, já que permanece ativa no organismo por um período entre cinco e sete horas.

 

Albumina: Formado pela clara do ovo desidratada. Antes da febre do whey, era a proteína preferida dos atletas e amantes da musculação. Tem preço baixo, mas de contrapartida possui gosto pouco atrativo. É rica em vitaminas do completo B, potássio, fósforo e ferro. Também é absorvida de forma lenta, mas não tanto quanto a caseína.

 

Soja: usada por vegetarianos, que querem consumir proteína sem se alimentar de carnes e outros elementos de origem animal. Tem absorção acelerada e possui isoflavona, componente aliado do colesterol saudável.

 

Carne vermelha: A proteína extraída da carne vermelha fornece os aminoácidos necessários ao corpo, excluindo as gorduras. É rica em creatina, glicina e metionina.

 

Whey: Tem alta concentração de aminoácidos essenciais para ganhar músculo, como a glutamina e a BCAA. É fabricada em três tipos, sendo as mais baratas a concentrada WPC (80% proteína e 20% carboidratos e gordura). Também existem as isoladas WPI (95% é proteína, e assim evita ganho de peso) e a hidrolisada WPH. É a mais cara, com grande absorção de proteína de forma rápida.

 

Como consumir:

Estudos científicos mostram que uma pessoa saudável precisa de até 0,8 grama de proteína a cada quilo do corpo. Por exemplo, se a pessoa pesa 80 quilos, o valor de proteína a ser consumido diariamente será de 64 gramas.

 

Porém, praticantes da musculação e outras atividades físicas precisam de uma concentração maior para repor as perdas e ganhar massa. Esta quantidade pode oscilar de 2 a 3 grama a cada quilo.  Para saber a proporção ideal, é preciso buscar a orientação de um nutricionista.


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