Depilação com luz pulsada ou a laser? Entenda as diferenças das duas técnicas para se livrar dos pelos

Pelos brancos, loiros, ruivos e muito finos são mais difíceis de serem eliminados com a luz pulsada. O tratamento a laser, por sua vez, até consegue atingir melhores resultados.

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Ficar com a pele lisinha e livre de pelos é um desejo muito comum entre as mulheres. Existem diversos tipos de depilação disponíveis, entre elas, métodos que utilizam cera, lâmina ou cremes depilatórios. Atualmente, há também técnicas de longa duração que têm sido muito procuradas por pessoas de diferentes idades e sexo.

Os métodos de depilação duradoura costumam ser um pouco mais caros e são feitos em clínicas especializadas. Eles atingem melhores resultados em quem tem pele branca, pelos mais grossos e escuros.

Os profissionais utilizam equipamentos com uma radiação luminosa, que é captada pela melanina presente nos pelos e transformada em calor. Dessa forma, o pelo enfraquece e é eliminado. Por se tratar de uma tecnologia relativamente nova no mercado, é comum que as pessoas tenham dúvidas. 

É importante lembrar que, embora tenham fama de serem definitivas, elas não conseguem acabar com 100% dos pelos. A quantidade e a espessura diminuem consideravelmente a cada sessão, mas isso varia de acordo com o organismo de cada pessoa.

Para ajudar, selecionamos as principais diferenças entre a depilação a laser a fotodepilação, a chamada Luz Pulsada. Confira!

A fotodepilação é feita por uma luz pulsada de baixa intensidade e por ondas que conseguem enfraquecer o bulbo. Ao contrário do laser, essa técnica não acaba com a raiz do pelo e por isso eles voltam a crescer com o passar do tempo. Esse método é menos incômodo que o laser e costuma causar apenas um leve desconforto, parecido com fisgadas, no local da aplicação.

O laser é um método de depilação mais duradouro porque destrói a raiz do pelo, impedindo que ele volte a crescer. Em relação ao número de sessões, o tratamento a laser requer de cinco a seis sessões, com intervalos de até 45 dias entre cada uma, além de manutenções a cada cinco anos quando necessário. Na luz pulsada, o total de sessões pode variar de 10 a 20, com intervalos mensais e manutenção anual.

Pelos brancos, loiros, ruivos e muito finos são mais difíceis de serem eliminados com a luz pulsada. O tratamento a laser, por sua vez, até consegue atingir melhores resultados.

Quando surgiu, a depilação de longa duração costumava ser bastante dolorosa
para o paciente. Os equipamentos evoluíram e, atualmente, quase todos possuem recursos para diminuir os incômodos sobre a pele. O uso de ponteiras resfriadas minimiza a sensibilidade no local.

O Lyra Equipamento de Luz Intensa Pulsada da Ibramed possui esse recurso e é considerado um dos mais desenvolvidos do mercado. O aparelho é vendido na loja Shopfisio, que é especializada em comercializar produtos para as áreas de fisioterapia, estética e dermatologia.

Tanto o laser quanto a luz pulsada podem causar uma leve vermelhidão e deixar a pele mais sensível após a aplicação. Anestésicos tópicos também podem ser utilizados para essa finalidade. Compressas frias, cremes calmantes ou água termal podem ser usados. Deve-se evitar exposição ao sol durante o tratamento e usar protetor solar nas áreas tratadas.

O preço da depilação a laser é um pouco mais elevado que a luz pulsada. Mas isso deve ser analisado com calma, levando-se em conta os resultados esperados e o número de sessões necessárias em cada método. Uma sessão de luz pulsada custa entre R$ 60 e R$ 70, em média. A sessão da depilação a laser varia de R$ 200 a R$ 700, dependendo da área do corpo escolhida.

Independentemente do procedimento escolhido, é importante procurar uma clínica de confiança. O profissional deve fazer uma avaliação na pele para analisar a área que será depilada. Durante essa avaliação, o paciente pode tirar dúvidas e receber orientações sobre o tratamento.

A depilação a laser ou com luz pulsada não é indicada para gestantes, lactantes, pessoas com pele bronzeada, com problemas de pele ou histórico de câncer de pele. Os procedimentos também não podem ser feitos sobre tatuagens e micropigmentação.

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