“Um passinho para frente, por favor”

“Um passinho para frente, por favor”

Você já ouviu aquela frase “não sou velharia para ir ao museu”. Que triste, né? Primeiro que museu não é só para peças antigas. Realmente sua origem a princípio tinha o objetivo apenas de salvaguardar e não de disseminar as informações culturais. Mas hoje os museus, a partir de suas características, apresentam-se como instrumento de preservação da memória cultural de uma sociedade. Mas coleguinhas, o museu tem arte viva. É como aquele filme “uma noite no museu” com o ator Ben Stiller onde durante a madrugada as figuras do museu criam vida de fazem uma grande confusão. Fazendo uma analogia é mais ou menos isso que acontece. Você vai lá e pode ter contato com arte interativa, com intervenções artísticas e obras históricas ou atuais. Vamos lá povo, vou servir de Tio Google para vocês: “O termo museu teve sua origem na Grécia antiga, nas palavras gregas “Mousa” e “Mouseion” templo das nove musas, ligadas a diferentes ramos das artes e das ciências”. Viu só? O Museu é uma coisa dos deuses. Ok, ok, ok! Eu sei que não é fácil montar um museu. Mas difícil não é impossível. E vamos ser sinceros a iniciativa privada pode dar uma força nisso. Não podemos esperar tudo do poder público. Ou quem sabe uma parceria. Fica a dica!  Ter um museu aqui pela terrinha seria da hora. Ficaremos travados pelo medo ou daremos um grande passo para frente respeitando nosso passado? Como diria minha já famosa avó “quem anda para trás é caranguejo”.

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Rogério Alves

Rogério Alves estudou regência na ULM (Universidade Livre de Música), é formado em prática de regência pelo Conservatório J. S. Bach e Gestão Pública pela UNIP. Atua na área da cultura, educação e da assistência social há mais de 20 anos. Foi criador de projetos como o Auto de Páscoa, Núcleo de Artes do CEC Brasital. Foi premiado pela criação do Programa de Boca Aberta - Musicalização Estudantil - escolhido para...

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