Confira a nova edição da coluna Olhar Econômico

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Olá, Investidores.

Nesta semana voltamos com a coluna Olhar Econômico.

 Na edição desta semana falaremos sobre o hábito de poupar. Uma cultura pouco comum dentre a maioria dos brasileiros. Realidade ainda distante para muitos, mas que ganha forma com a nova iniciativa do Ministério da Educação, em parceria com a CVM, Comissão de Valores Mobiliários, ao lançar o Programa Educação Financeira na Escola, com foco na capacitação de professores da educação básica para levarem esses conhecimentos aos estudantes e, assim, tornar o assunto obrigatório nas escolas do Brasil.

 Uma conquista e tanto a essa nova geração. Por mais que não entendam agora a importância desse assunto, terão uma base muito melhor para tomarem suas decisões no futuro. E isso me fez pensar em meu afilhado, Arthur, que completou 4 anos dia 28/11.

 Por muitas vezes ao falar com pessoas que já possuem filhos, factualmente, a prioridade é sempre oferecer o melhor a eles. Investindo em bons estudos, planos de saúde, aulas esportivas, escolas de música, dentre outros assuntos fundamentais na formação de uma criança. Mas é preciso pensar, também, no amanhã. Para isso basta tornar habitual a arte de poupar. Como?

 Começa-se com uma pequena parcela da sua receita a ser poupada mensalmente, vamos pensar num valor simples para que isso seja feito: R$50,00 e vamos tomar como exemplo o Arthur. Se hoje for feita a destinação deste valor mensalmente, estamos falando de R$ 600,00 por ano. Num total de 14 anos, o montante passa a ser de 8.400,00 destinados para a sua conta investimento. Levando em consideração um modelo bem básico de investimentos, com rentabilidades na casa de somente 0,8% ao mês, Arthur terá mais do que o dobro do que foi investido no período: R$17.586,88.

 O que torna o fato de investir sempre distante da realidade do brasileiro, é a crença de que somente é possível começar com valores altos. Negativo. Hoje, com qualquer valor, é possível investir. E com o máximo de visão longo prazo para esses investimentos, os retornos são altos como esse exemplo que apresentei acima.

 Basta planejar-se e ter isso como meta mensal para que o hábito de investir torne-se uma realidade. O segundo passo é: Não apenas poupar, mas destinar esses valores a investimentos que apresentem rentabilidade mais atrativas. O ideal é sempre definir o valor a investir no início do mês, dessa forma os investimentos não são colocados em segundo plano.

 As perguntas que ficam são: Como faço investimentos com rentabilidades maiores? É possível aposentar e viver somente dos meus investimentos?

A resposta estará na próxima edição da Coluna Olhar Econômico.

(11) 93325-0235

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Gustavo de Góes Godinho

Natural de São Roque (SP), Gustavo de Góes é formado em Administração pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e atua como assessor de investimentos da EWZ CAPITAL / Banco BTG Pactual.

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