Cuidado para não propagar notícias falsas na internet

O JE rechaça as práticas que envolvem notícias falsas ou a incitação de ódio e à violação dos direitos humanos

Cuidado para não propagar notícias falsas na internet

As redes sociais podem ser suas grandes parceiras quando bem utilizadas, mas também um pavio de pólvora se houver má intenção, assim como tudo na vida.

O ano de 2020 mal começou e pelo que tudo indica teremos campanhas políticas nojentas sustentadas por Fake News (Notícias Falsas)  e pessoas inescrupulosas tentando manipular eleitores.
Na semana passada uma pessoa que possui um perfil na internet publicou um texto onde atacou a minha família, a mim e ao Jornal da Economia de forma gratuita.

Não vou entrar aqui em detalhes porque já publicamos uma Nota de Repúdio em nosso Portal de Notícias, nas redes sociais e na página A4 desta edição.

Outro dia fiz uma palestra no Hotel Villa Rossa para a Equipe de Empresários do BNI Maestria de São Roque e convidados sobre as Fake News e os cuidados que precisamos ter com as “informações e notícias” que são publicadas na internet.

Fake News são notícias falsas que se aproveitam do poder da internet – de disseminar uma informação pelo mundo todo – para prejudicar ou beneficiar alguém. Também são criadas para receber likes e visitas em determinadas páginas.

Por isso, nunca compartilhe nada de caráter duvidoso, se achou algo estranho, pesquise no Google, toda notícia importante é publicada nos principais veículos de comunicação e não apenas num perfil ou redes sociais.

Quem compartilha algo que desconhece, pode estar ajudando a levar adiante a mentira criada por um mal caráter qualquer que se esconde atrás de um computador e que espera algum resultado após suas publicações.

O cidadão comum precisa tomar cuidado para não ser um aliado da pessoa  que criou a “notícia falsa”, porque dependendo da situação poderá responder criminalmente por divulgar algo que venha a prejudicar outras pessoas.

O título da notícia pode ser enganador, pesquise quem são os autores, qual o currículo de quem escreve, texto sem dono pode ser sinal de embuste.

O indivíduo que compartilha as notícias mentirosas, também está  cometendo crime e pode resultar no pagamento de uma indenização à vítima da mentira.

A internet virou terra de ninguém e muitos internautas compartilham de forma irresponsável as notícias falsas.

Portanto, a situação das Fake News modificou a responsabilidade de todos na internet, obrigando-os a conferir a informação antes de publicá-la ou compartilhá-la.

O ano está só começando e os piratas da internet estão de plantão preparando seus porcos textos com a intenção de esculhambar alguma pessoa do outro lado da tela ou beneficiar alguém de seu interesse, mas sempre de forma covarde.

Você que tem seu negócio e precisa anunciar, muito cuidado para não colocar sua marca num desses perfis que não seguem as boas normas e práticas do verdadeiro jornalismo.

O JE rechaça as práticas que envolvem notícias falsas ou a incitação de ódio e à violação dos direitos humanos.

Seguimos em frente com nosso trabalho prestando serviços a comunidade e combatendo sempre as Fake News, afinal, quem pratica o verdadeiro jornalismo não pode se aliar aos piratas covardes da internet.

O Jornal da Economia vai completar 30 anos em abril e sempre se pautou na busca das informações ouvindo todos os lados da verdade com total independência.

Tenha um ótimo final de semana e até a próxima!

 

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Carlos Mello

Carlos Mello é Jornalista formado pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado – FMU - FIAM, Radialista e Mestre de Cerimônias em eventos. Também é fundador do Jornal da Economia, veículo que há 29 anos atua em São Roque e região através do seu jornal impresso, portal on-line e mídias sociais.

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