Pessoas: eis a questão

Pessoas: eis a questão

- Foto: Reprodução/Internet

A globalização, as crises, a concorrência estão momento a momento a conduzir pessoas e organizações à frenética procura de melhores resultados com o objetivo de primeiro sobreviver e depois tornarem-se competitivas através da busca de um diferencial que as mantenha presentes e ativas em um mercado onde a velocidade das mudanças é acelerada. Não há dúvida de que o futuro pertencerá àqueles que atingirem, através de seu anseio de excelência, seus objetivos e a capacidade crescer em situações adversas.

Hoje, não mais adianta buscar sucesso apenas na tecnologia, nos processos de produção e serviços, é necessário levar em conta que uma organização pode ter os recursos financeiros e matérias de que precisa, mas se ela não detiver em seu interior pessoas talentosas e capazes esses recursos poderão, se mal utilizados, levar a resultados catastróficos. Nestas condições torna-se fundamental passar a olhar o recurso humano, ou mais propriamente os colaboradores como um capital estratégico, que qualificado e habilitado tem o poder de transformar resultados! Mais do que nunca é a hora e a vez de observá-lo, entende-lo e avaliá-lo como uma ferramenta estratégica, capaz apresentar desempenho superior.

Para atender a esse objetivo é importante e necessário o desenvolvimento de postura política e objetiva no que diz respeito de seu gerenciamento, de tal forma que consiga reter seus talentos, e que aprimore a sua capacidade ao treinar pessoas cuja potencialidade deve ser preservada como um bem extremamente importante. Nesse sentido os gestores de diferentes empreendimentos devem sempre estar de um lado a buscar o equilíbrio interno e externo à organização, ao gerenciar não apenas os salários, mas também benefícios e de outro investir na construção de uma cultura organizacional sadia e capaz de dar aos colaboradores e a seus clientes um “algo mais” para transformar sua atuação e participação nesses ambientes.

Ao contrario da realidade presente no passado, o momento é o de gerir esses recursos de maneira estratégica e ao mesmo tempo desenvolver o processo de construção do conhecimento e de enfatizar a importância do olhar e postura coerentes com a compreensão de que o processo de globalização não ocorre apenas no ambiente externo. Na realidade ele esta presente dentro das paredes de um negócio e seus efeitos transcendem às linhas formais do organograma e se desenvolvem tanto vertical como horizontalmente, através da comunicação. Resultados, decorrentes não apenas da globalização, mas também do constante desenvolvimento das tecnologias de informação.

A adoção dessa linha de pensamento, necessária no momento em que muito se pensa em redução de custos e melhoria da eficiência, conduz muitos a um campo não muito bem explorado e em certo sentido desconhecido por implicar na utilização de um recurso dotado de mutabilidade própria, mas para o qual é fundamental olhar com carinho, pois essa visão poderá levar a organização e pessoas a novos patamares de realização.

 

 

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Francisco Sacramento

Palestrante/professor especializado em atendimento ao cliente e gestão de recursos, Francisco Sacramento. Administrador de Empresas Graduado e Pós-graduado pela Fundação Getulio Vargas – SP, mestre em Administração pela UMESP – Universidade Metodista de São Paulo. Professor, palestrante, fotógrafo, orquidófilo. Membro da Academia de Letras Araçariguama (cadeira Guilherme de Almeida). É autor de artigos científicos ...

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