Corredores sobre duas rodas

Corredores sobre duas rodas

- Foto: Reprodução/Internet

Essa semana pensando na coluna eu ia escrever sobre outro assunto, mas como uma apaixonada por esporte, li uma matéria que achei o máximo, é uma curiosidade bem interessante e que não imaginamos. E se pararmos pra pensar por que não?

Um dia, em sua casa em Cingapura, o fotógrafo Nicholas Leong pensou:

“Se  os quenianos costumam ganhar todas as corridas com os pés, imagine o que eles fariam com bicicletas?”

Sem conseguir se livrar dessa ideia, ele embarcou para o Quênia e começou a recrutar atletas para a KenyanRiders,  um empreendimento social criado por Nicholas com o objetivo de formar  um time de ciclistas de elite no país. No início, os treinamentos eram realizados de forma bastante precária.  Quem participava do projeto não tinha nem mesmo sapatos adequados e as bicicletas eram velhas e pesadas. Hoje, a iniciativa já conta com a participação de 26 pessoas, entre ciclistas, técnicos, mecânicos e fisioterapeutas.

Uma das metas é fazer com que um atleta queniano vença o Tour de France competição que é realizada há mais de 100 anos e nunca foi vencida por ciclistas negros (a participação de negros não chega a levantar os dedos de uma mão). No entanto, para Nicholas, o valor da vitória não vai estar na medalha de ouro, mas sim no empoderamento que a conquista vai gerar para aquelas pessoas. Ele acredita que o feito vai dar aos participantes do projeto a força para contar para o mundo todo que, sim, tudo é possível para eles e para a África. (Natália Becattini  jornalista - publicado em 03 de Maio de 2013).

Projetos como esse que expande o esporte nos pontos que jamais foram explorados são super importantes, ações que fomenta, que abrem a visão de todos precisam ser divulgados.

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Juliana de Souza Bueno (Jú)

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